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Teatro físico e gestual é a proposta da companhia francesa Pas de Dieux.
Uma empresa jovem, bem sucedida, cheia de esperança e criatividade. Um escritório, mesas cadeiras, computadores e telefones. Um produto para vender a qualquer preço. O quotidiano de chefes e subordinados rege-se pelos ritmos de mercado. As roupas, a expressão, os gestos são apenas convenções a respeitar para cumprir um objectivo. Mais tarde ou mais cedo o idealismo cede à vontade dos chefes para quem a rentabilidade é a única ética possível. Como encontrar a beleza, o sublime e a poesia num mundo mecanizado é o desafio.
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